
PARABÉNS!!!
Obrigada Deus!
Não me canso de agradecer e sempre agradeceerei!!!
Sendo assim só posso dizer que estou mto mto feliz, e Davi, mto mto esperto e cada dia descobrindo coisas novas!
A DECISÃO DE TER UM FILHO É MUITO SÉRIA! É DECIDIR TER, PARA SEMPRE, O CORAÇÃO FORA DO CORPO! "Meu pequeno está cada dia maior e meu amor crescendo junto com ele"


A mania agora é passar por debaixo das coisas.Cientistas americanos afirmam que alguns germes ajudam o sistema imunológico a reagir contra inflamações
Ana Paula Pontes
Você tem aflição só de pensar no seu filho rolando no chão na hora da brincadeira? Relaxe! Um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, revelou que excesso de limpeza pode não ser tão bom assim quanto você pensa.
A pesquisa revelou que bactérias normais que vivem na superfície da pele são benéficas para a saúde do seu filho. Elas evitariam graves inflamações, como aquelas após um machucado. “Esses germes e o organismo têm um equilíbrio perfeito. Se há um excesso de limpeza, o sistema imunológico não evolui. Ou seja, não é capaz de distinguir e criar anticorpos contra o que não é próprio do organismo”, diz Luis Roberto Soares, imunologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR).
Assim, afirmam os especialistas, a falta de exposição das crianças a agentes infecciosos e microorganismos aumenta a chance de elas terem uma doença. Isso sustenta a hipótese do aumento do índice de alergias nos pequenos nos últimos anos.
Há cuidados, no entanto, que são fundamentais. Em momentos de epidemia, como o da gripe suína, a higienização das mãos é inquestionável, bem como antes das refeições e após a brincadeira. Mas sem neurose. A criança tem de ter liberdade para se sujar na hora da diversão!
Leia as respostas para as dúvidas mais comuns
Por Bruna Menegueço
O dia chega ao fim e seu filho começa a ficar dengoso e sem vontade de brincar. Durante a noite, está com febre, dores no corpo e coriza. E na hora do diagnóstico, você ouve sempre a mesma palavra: virose. Para o desespero dos pais, isso se confirma. Há milhões de vírus espalhados no ar, que causam desequilíbrios parecidos no organismo. Leia a seguir as respostas para as dúvidas mais comuns
É mesmo difícil aceitar que todo mal-estar, febre, vômito, diarreia, coriza e dores no corpo seja virose. Mas os médicos têm razão. Há milhões de vírus espalhados pelo ar que causam infecções. Os mais conhecidos são a gripe e o rotavírus, mas não é possível conhecer e denominar todos os que existem. Ao examinar a criança, o médico é capaz de perceber o estado geral e identificar se há sinais de doenças mais complicadas. Quando essa possibilidade é descartada, ele constata que se trata de uma virose, já que a probabilidade de se contaminar pelo ar é grande.
Os exames laboratoriais são dispensados, em geral, porque o organismo da criança costuma se livrar do vírus em poucos dias, antes até de os resultados ficarem prontos.
Sim. Para os vírus mais comuns, como os que transmitem gripe, catapora, sarampo, hepatite A e B e rotavírus, há vacinas que podem ser tomadas a partir do 2o mês de vida. Entretanto, para a maioria, ainda não existe vacina. Por isso, o único jeito é amenizar os sintomas e esperar que o organismo se recupere sozinho.
Antes de mais nada, converse com o pediatra da criança. Os primeiros cuidados variam conforme a idade. Se a criança já completou 1 ano, o ideal é observá-la por 48 horas antes de levá-la ao consultório. Antes disso, é difícil até para o médico fazer o diagnóstico, já que os sintomas da doença não aparecem imediatamente. O tratamento pode incluir desde a adoção de um antitérmico até lavar o nariz com soro fisiológico e fazer inalação. Ofereça bastante líquido para afastar o risco de desidratação. Evite levar a criança correndo ao pronto-socorro, sem antes ter consultado o pediatra. O ar dos hospitais está cheio de vírus e, com o sistema imunológico mais frágil, seu filho pode piorar. Faça isso somente se ele não apresentar melhora com os seus cuidados e medicação. Nos menores de 1 ano, a atitude deve ser outra: não dá para esperar. Como eles não expressam a dor e o mal-estar com clareza, é melhor consultar o pediatra e, se não conseguir, levar a criança a um pronto-socorro pediátrico.
Pelo estado geral da criança. Quando ela está caída, desanimada, mesmo que com febre baixa, a situação pode indicar algo mais complicado do que se ela estiver com febre mais alta e brincando normalmente. Além disso, os pediatras seguem uma lista de procedimentos médicos ao examinar a criança que podem apontar sintomas de outras doenças mais graves, como meningite e sarampo.
Entre quatro e sete dias. No segundo dia, a febre costuma baixar. Se a criança for saudável e tiver alimentação adequada, o organismo se livra sozinho da doença.
O mais importante é manter uma vida saudável. Para os bebês, o leite materno é, claro, a melhor prevenção, pois tem anticorpos e fortalece o sistema imunológico. Evite aglomerações e mantenha a casa aberta para trocar o ar. Prefira levar a criança para brincar em parques ao ar livre. Nesse ambiente o ar circula. Já em playgrounds fechados, como aqueles localizados em shoppings, ela respira o mesmo ar. Lembre seu filho de lavar as mãos com frequência e ofereça uma alimentação balanceada, com frutas, verduras e legumes. Eles contêm nutrientes fundamentais para a formação do sistema imunológico. Uma boa noite de sono também é uma ótima defesa para o corpo.
Dos 6 meses aos 2 anos de vida, é comum ter até seis viroses por ano. Bebês não sofrem tanto. O recém-nascido é protegido pelos anticorpos que recebe da mãe por meio da placenta e, depois, pelo leite materno. As crianças que ficam em creches podem adquiri-las com mais frequência.
Sim. As respiratórias são mais comuns nos meses mais frios. Nessa época, as pessoas costumam ficar em ambientes fechados, o que dificulta a troca de ar. As gastrintestinais acontecem durante o ano todo e a principal forma de transmissão é através do contato com as fezes, que pode acontecer durante uma troca de fraldas, caso a mãe não higienize as mãos corretamente e toque, por exemplo, em um objeto que vá parar nas mãos de outras crianças. Também há casos de transmissão pelo ar: a diferença é que esse tipo de virose afeta o intestino.
Com o sistema imunológico debilitado, a criança pode ser atacada por doenças, como otite, sinusite e até pneumonia.
Fontes: Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP); Célia Di Giovanni, neonatologista da Maternidade Santa Joana (SP); Clery Bernadi Gallacci, pediatra da Maternidade Santa Joana e professora da Santa Casa de São Paulo
BELO HORIZONTE - O estado de Minas Gerais está oferecendo vacinas contra a meningite C, desde segunda-feira. O estado é o primeiro no Brasil a oferecer de graça a vacina contra a doença, antecipando o calendário nacional, que só terá a dose em 2011. O dia de vacinação em massa acontece no próximo sábado. O foco principal são as crianças menores de dois anos.
A vacina contra a meningite só é encontrada em clínicas particulares. O preço varia de R$ 120 a R$ 200 a dose. Ao todo no estado serão disponibilizadas gratuitamente 800 mil doses da vacina.
A vacinação começou nos dez postos de saúde da rede pública de Alfenas. A expectativa é de que cerca de duas mil crianças sejam vacinadas no município. De acordo com as Gerências Regionais de Saúde do Sul de Minas, cerca de 57 mil crianças devem receber as doses.
A meningite meningocócica C é uma doença provocada por uma bactéria que pode ser transmitida de pessoa para pessoa pelas vias aéreas. Ela provoca uma infecção nas membranas que revestem o cérebro e se não for tratada a tempo pode provocar infecção generalizada dos órgãos e levar a morte. Os principais sintomas são nuca com rigidez, febre e dor de cabeça. A doença também pode deixar sequelas graves como lesões cerebrais, surdez, cicatrizes pelo corpo e até amputações de membros.
Nosso menino cada dia nos surpreende mais.SÍNDROME-MÃO-PÉ-BOCA
Infecção viral da pele e da mucosa oral, caracterizada por erupções na boca, mãos e pés.Ele alegra, ensina e até cura. Com os cuidados e a escolha certa, crianças e bichos podem ser uma dupla de sucesso. Pesquisa mostra, também, os benefícios durante um tratamento médico
Patrícia Cerqueira
Seu filho surpreendeu este ano ao pedir um animal de estimação como presente de Natal? Saiba que o benefício principal destacado pelas famílias que têm bichos, pelos pediatras e até por estudiosos é o companheirismo, pois o animal provoca diversos estímulos na criança. O bebê exercita a coordenação motora fina ao ter de controlar sua força para acariciar um cachorro, um gato, um coelho. Treina a marcha ao engatinhar ou tentar andar (por vezes, correr) atrás do animal. Olfato, visão e audição são provocados pelos sons, cheiros e movimentos dos bichos.
Um estudo realizado pela Universidade Loyola, em Chicago, mostrou os benefícios dos animais nos hospitais. Os investigadores afirmam que acariciar um cachorro pode ajudar pacientes internados a reduzir pela metade a quantidade de analgésicos que precisam tomar.
Cientistas norte-americanos já haviam revelado também que ter um animal é um ótimo aliado contra o estresse. Os donos dos bichos que participaram do estudo tinham a frequência cardíaca e a pressão arterial significativamente mais baixa se comparados com aqueles que não tinham um animal de estimação.
O mascote, sobretudo o cachorro, faz ainda com que a criança exercite sua autoridade num mundo de "adultos-juízes", que arbitram sobre a vida dela o tempo todo. "Com o animal, ela terá a oportunidade de ser o juiz, mandar e desmandar. Além disso, expõe para a criança o significado de preservação à vida e de limite à dor", diz a pediatra Sandra Oliveira Campos.
Cachorros, gatos, passarinhos, peixes, ratos e até ursos são figuras constantes no universo dos pequenos. Estão no abajur do quarto, no border do papel de parede. São heróis em filmes e em livros infantis. Essa relação é fomentada, criada, incentivada porque, acima de tudo, traz bem-estar. Estudos mostram que o contato com animais ativa áreas do cérebro relacionadas com as emoções. Não é por outro motivo senão a sensação de bem-estar, físico e mental, que terapeutas lançaram mão da terapia com animais para tratar crianças hospitalizadas ou com deficiências mentais. "É um excelente treino para a afetividade", diz Sandra.
As melhores raças para as crianças
O bicho escolhido pelo seu filho foi um cachorro? Escolher nem sempre é fácil. Com mais de 20 anos de experiência em clínica, a veterinária Maria Inês Ferreira nos ajudou a compor uma tabela com as 16 raças mais indicadas para viver com crianças, dentre as 400 disponíveis no Brasil.
Há sempre a necessidade de supervisão de um adulto nas brincadeiras, pois o cão pode ter um desvio de comportamento, dependendo de como elas acontecem. Se a criança o chatear, ele pode ficar agressivo. Quem quiser saber sobre outras raças pode acessar o site http://www.kennelclub.com.br. Confira, nas páginas seguintes, as raças para você escolher aquela que cabe na sua casa.



Davi ganhou um violãozinho de brinquedo.Ai, ai, que dor de cabeça temos quando vivenciamos com nossos filhos a tão “malfalada” BIRRA.
Assim, com essa mesma imagem acima, o site do Bebê (da Editora Abril), está alertando seus “leitores pais” sobre a necessidade e o momento de dizer NÃO para seu filho, agindo contra uma das maiores vilãs do mundo infantil, ela mesma: a birra.
A reportagem me chamou completamente a atenção porque aqui em casa, nosso pequeno Davi (com 1 ano e quase 2 meses) está nos “dando alguns bailes” e fazendo valer os sábios conselhos “dos antigos” sobre como educar em repetidas frases tais como: “Faça isso, não aquilo; você vai ver quando forem seus filhos!”. A língua é o chicote da bunda… no sentido de que “aqui se faz, aqui se paga”. Eu sei, eu sei… É feio escrever isso e é feio quando agente ouve, admito, mas que muito das traquinagens que aprontamos quando crianças, nós revivenciamos através dos nossos filhos é verdade e infelizmente, a BIRRA está entre essas peripécias. Mas isso não deve ser interpretado como um “BEM-FEITO” para os pais que foram crianças levadas no passado e sim, um “TUDO BEM” com amor, pra tudo dá-se um jeito!
Quem tem filhos e/ou sobrinhos, saiu para uma passeio em shopping, compras no mercado ou mesmo uma volta no parque e já não viveu esse tipo de situação, vindo a ficar constrangido com os olhares sempre críticos e por vezes comentários maldosos de pessoas próximas?!
Eu lembro que antes de ter filhos, antes até de querer ser mãe (ainda no início do namoro) olhava consternada para os pais e mães que via em lojas de brinquedos e/ou mercados tentando enfrentar e controlar suas “ferinhas” pensando: “coitados, não sabem educar os filhos ou pior (sim, eu era cruel) que tipo de gente sem noção que não sabe controlar os filhos e impor limites, se são assim porque ter filhos?” Já pensaram? E como diria minha avó, haha, hoje pago pelo que falei porque meu pequeno, apesar de ser maravilhoso em todos os aspectos e de encher minha vida de alegria, está descobrindo o mundo e junto descobrindo que pode “manipular” o papai e a mamãe fazendo choro e gritaria… Sim, os bebês aprender desde cedo a copiar e interpretar os adultos, em muitas situações e rapidamente percebem que a manipulação é uma boa ferramenta para se conseguir algo, é aí que entra o alerta para todos os pais.
Na reportagem “Birra: a hora de dizer não para a criança”, do site do bebê, a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, aponta: “da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”.
A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade. Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.
Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia. Vera alerta para outra questão, o excesso de zêlo… “Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.”
Cada pai/mãe adota sua própria forma de pedagogia quando se trata de orientar e educar filhos, já que muito da forma como agimos vem dos erros e acertos de quem nos educou, da nossa bagagem pessoal e claro, do conhecimento que buscamos em leituras quase que diárias, mas idependente da família eu sempre defendi e achei que deveria imperar o diálogo, por isso, pelo sim ou pelo não sempre expliquei (e ainda o faço) cada coisa que iremos fazer, onde ir, com quem, com que objetivo e o que é permitido… e justamente nessa linha, me surpreendi quando a reportagem que li aborda as broncas ou sermões, ou seja, o falatório dos pais…
“Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais, fechando a idéia sobre como ao contrário do falatório o importante é os pais terem em mente a implicação de regras claras para prevenir maus comportamentos dos filhos.
E olhem que interessante (ainda nas palavras da mesma profissional),
“Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”.
E para quem tiver interesse, lembrei de uma outra reportagem que li, na Crescer, que apontava dicas sinceras sobre como lidar com o mau comportamento dos filhos em lugares públicos, como museus, restaurantes, parques, shoppings, mercados ou mesmo na casa de amigos.7
