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terça-feira, 6 de julho de 2010

Você bate ou já bateu?

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Bater não educa

Não dá para banalizar a “palmadinha” como recurso de educação. Crescer ouviu pais e especialistas para traçar essa linha que separa o que pode-se imaginar como educativo da real agressão: é tão tênue que praticamente inexiste

Por Ricardo Ferraz


André Spinola e 
Castro
Albertina (nome fictício) perdeu as estribeiras quando viu a filha de 3 anos brigar com uma prima da mesma idade. Sem tentar conciliar o conflito, agarrou a criança pelo braço e saiu arrastando-a pela casa. O castigo aumentou quando Albertina percebeu que a menina havia feito xixi na calça. Passou então a dar palmadas nas pernas dela e a perguntar aos berros: “Por que você fez isso?”. Só parou quando a filha respondeu, apavorada: “Eu estava com medo, mamãe!”. A resposta desarmou a agressividade da mãe e transformou-a em dor, culpa, remorso e... raiva. Desta vez, de si própria. “Virei um monstro de quem minha filha tem medo. Sou o bicho-papão dela”, conta a auxiliar administrativa.


A atitude de Albertina é mais comum do que se imagina. Muitos pais que reagem a insatisfações dos filhos com castigo físico se vêem freqüentemente diante de um dilema: qual o limite ao tentar impor limites?


Uma enquete feita com os nossos leitores no site da CRESCER assustou a todos por aqui. Para a pergunta “você já bateu no seu filho?”, um quarto das 2.241 pessoas que participaram (até o fechamento desta edição) escolheram a alternativa “sim, acho que isso educa”. É um pensamento ainda mais forte do que a porcentagem maior da pesquisa, os 43,2% que disseram “sim, porque de vez em quando perco a cabeça”. No restante, 14,6% negaram, mas deixaram aberta a possibilidade dizendo “não, mas se precisar faço isso” e somente 18,1% disseram que não acreditam nisso como forma de educação.


Ainda que o levantamento não tenha caráter científico, há o que pensar. Ao adotar a palmada, os pais passam a idéia de que a violência física é a maneira de lidar com conflitos e frustrações. Ou seja: você tem de encontrar outras formas de impor limites. Palmada é uma agressão. “Quando o adulto bate no filho, ele está reconhecendo que ficou impotente diante da atitude da criança. Mostra claramente que perdeu o controle de si mesmo e a agressão passa a ser a única maneira de manter o status da autoridade”, diz Célia Terra, professora de Psicoterapia Infantil da Psicologia da PUC-SP. Testar os limites dos pais é um comportamento típico que faz parte do aprendizado da convivência em família. Embora não seja fácil, os adultos devem lidar com as manhas com carinho. “Pais devem proteger os filhos. Não só do mundo exterior, mas das emoções que eles ainda não são capazes de controlar”, diz Célia Terra.


André Spinola e Castro
Pai é para proteger
Um levantamento, realizado desde 1996 pelo Laboratório de Estudos da Criança do Instituto de Psicologia da USP (Lacri), demonstra que, muitas vezes, o que algumas pessoas entendem como educação ganha o caráter de abuso. O instituto mapeou as ocorrências de violência física contra crianças e adolescentes em órgãos como Delegacias da Mulher, Conselhos Tutelares, hospitais e escolas. Em 2007, foram cerca de 3 mil. Os coordenadores do estudo acreditam que os números devem ser ainda maiores, já que grande parte das agressões se esconde sob o manto da vida familiar e não é notificada.
Infelizmente, bater nos filhos é uma questão cultural com raízes históricas no Brasil. “Essa prática foi aqui introduzida pelos colonizadores, especialmente pelos padres jesuítas”, explica Viviane Azevedo Guerra, pesquisadora do Lacri e co-autora dos livros Palmada já Era e Mania de Bater. Para ela, a chamada “palmadinha educativa” não existe. E um processo de agressão só tende a piorar. “Sabe-se pelos estudos que a aplicação das palmadas pode ir se intensificando ao longo do tempo, chegando até uma violência mais severa. Toda ação que causa dor física em uma criança representa um só continuum de violência”, diz.


Essa espécie de espiral da agressão traz graves conseqüências. Nos casos piores, há dificuldade de relacionamento com adultos e colegas, problemas de aprendizado na escola e até comprometimento físico. A criança vítima dessa prática pode vir a se tornar uma agressora no futuro. “Embora essa situação só exista se, quando criança, ela não teve no lar um ‘amigo qualificado’, ou seja, alguém que a entendesse e tentasse protegê-la desse tipo de violência”, diz Viviane Guerra.

É justamente para tentar mudar esse quadro que alguns especialistas defendem que o Brasil seja um dos países a seguir o exemplo dado pela Suécia em 1979: abolir a palmada por força de lei. Outros 19 países fizeram o mesmo – inclusive nosso antigo colonizador, Portugal. Um projeto de lei nesse sentido aguarda votação no plenário da Câmara dos Deputados desde 2005, depois de tramitar com sucesso por todas as comissões da Casa. O projeto não prevê punições para pais que adotarem o castigo físico, mas faz alterações no Código Civil e no Estatuto da Criança e do Adolescente - o que não é ideal, mas pode dar o devido peso para o assunto e fazer as famílias repensarem suas atitudes. “Atualmente, o Estado Brasileiro dá permissão para que os pais castiguem os filhos fisicamente”, diz a deputada Maria do Rosário (PT/RS), autora do projeto. “O que nós queremos é um estatuto que coloque a criança em pé de igualdade com os adultos.”

Proibir por lei ou conscientizar?
Há quem duvide da efetividade da medida. “O mais importante é conscientizar as famílias de que elas têm de acolher os filhos. Nesse sentido, ampliar a rede de proteção para as crianças, garantindo o acesso à informação aos pais, é muito mais importante”, afirma Marta de Toledo, promotora da Infância e da Juventude do Ministério Público paulista.

Acolher. Se o papel dos pais é proteger seus filhos, amá-los independe dos momentos de crise. Sim, eles nos tiram do sério. E, sim, na hora da bronca, parece que deixamos as crianças infelizes. Mas colocar os limites e se controlar nessas situações está incluso no pacote “educar”.


Na hora do seu limite

Algumas dicas podem ajudar na hora de contornar situações capazes de despertar os instintos mais primitivos. Veja o que dizem os especialistas ouvidos por CRESCER:

Compreensão: Crianças aprendem as regras de acordo com o convívio. Testar limites faz parte desse aprendizado e os pais precisam ter uma certa flexibilidade na hora de reprimir os comportamentos indesejados. Autoridade não é autoritarismo.
Clareza nos limites: Não se deve reprimir uma atitude e, logo em seguida, permiti-la.Muitos pais esticam os limites até eles se tornarem insuportáveis. Só se dão conta disso quando batem na criança.
Bom humor: Transformar a manha em brincadeira pode ser uma boa saída. Logo a criança deixa aquele comportamento de lado.
Conter a agressividade com afeto: Abraçar o filho nos ataques de fúria pode ajudá-lo a se acalmar. Em seguida, os pais devem ser firmes e dizer em voz baixa que aquele comportamento é inadequado.
Procurar ajuda: Se os momentos em família estão virando uma guerra campal, um psicólogo pode ajudar a torná-los mais harmoniosos.



André Spinola e 
Castro
Cinco razões para não bater nos filhos
• Pais que adotam a palmada passam a mensagem de que os problemas podem ser resolvidos na base da força física.
• Se a criança já não responde da mesma forma às palmadas, castigos físicos cada vez mais severos podem ter início.
• Quem apanha tem mais chance de se tornar um agressor.
• Nos casos mais graves, a criança pode desenvolver dificuldade de aprendizagem, postura de medo em relação aos pais e seqüelas físicas.
• Palmada não educa. Sem diálogo a criança fica sem entender porque não deve repetir o comportamento.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Vitamina "S", de Sujeira

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É por isso que fds agente se senta no chão da área, pega o baldinho a colher e vamos cavar a terra do canteiro e pegar minhocas . kkkk
Se ele gosta? Ele adora!!! Nem vê o tempo passar!

Sujeira faz bem às crianças?

Cientistas americanos afirmam que alguns germes ajudam o sistema imunológico a reagir contra inflamações


Ana Paula Pontes


Shutterstock

Você tem aflição só de pensar no seu filho rolando no chão na hora da brincadeira? Relaxe! Um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, revelou que excesso de limpeza pode não ser tão bom assim quanto você pensa.

A pesquisa revelou que bactérias normais que vivem na superfície da pele são benéficas para a saúde do seu filho. Elas evitariam graves inflamações, como aquelas após um machucado. “Esses germes e o organismo têm um equilíbrio perfeito. Se há um excesso de limpeza, o sistema imunológico não evolui. Ou seja, não é capaz de distinguir e criar anticorpos contra o que não é próprio do organismo”, diz Luis Roberto Soares, imunologista do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

Assim, afirmam os especialistas, a falta de exposição das crianças a agentes infecciosos e microorganismos aumenta a chance de elas terem uma doença. Isso sustenta a hipótese do aumento do índice de alergias nos pequenos nos últimos anos.

Há cuidados, no entanto, que são fundamentais. Em momentos de epidemia, como o da gripe suína, a higienização das mãos é inquestionável, bem como antes das refeições e após a brincadeira. Mas sem neurose. A criança tem de ter liberdade para se sujar na hora da diversão!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

E por falar em viroses

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Vale saber:

10 dúvidas sobre virose em crianças

Leia as respostas para as dúvidas mais comuns


Por Bruna Menegueço


O dia chega ao fim e seu filho começa a ficar dengoso e sem vontade de brincar. Durante a noite, está com febre, dores no corpo e coriza. E na hora do diagnóstico, você ouve sempre a mesma palavra: virose. Para o desespero dos pais, isso se confirma. Há milhões de vírus espalhados no ar, que causam desequilíbrios parecidos no organismo. Leia a seguir as respostas para as dúvidas mais comuns

Shutterstock
1. Por que o primeiro diagnóstico dos médicos é sempre virose?

É mesmo difícil aceitar que todo mal-estar, febre, vômito, diarreia, coriza e dores no corpo seja virose. Mas os médicos têm razão. Há milhões de vírus espalhados pelo ar que causam infecções. Os mais conhecidos são a gripe e o rotavírus, mas não é possível conhecer e denominar todos os que existem. Ao examinar a criança, o médico é capaz de perceber o estado geral e identificar se há sinais de doenças mais complicadas. Quando essa possibilidade é descartada, ele constata que se trata de uma virose, já que a probabilidade de se contaminar pelo ar é grande.

2. Por que a maioria dos médicos não pede exames para ter certeza de que se trata de uma virose?

Os exames laboratoriais são dispensados, em geral, porque o organismo da criança costuma se livrar do vírus em poucos dias, antes até de os resultados ficarem prontos.

3. Existem vacinas contra viroses?

Sim. Para os vírus mais comuns, como os que transmitem gripe, catapora, sarampo, hepatite A e B e rotavírus, há vacinas que podem ser tomadas a partir do 2o mês de vida. Entretanto, para a maioria, ainda não existe vacina. Por isso, o único jeito é amenizar os sintomas e esperar que o organismo se recupere sozinho.

4. Como devo agir assim que se apresentarem os primeiros sintomas?

Antes de mais nada, converse com o pediatra da criança. Os primeiros cuidados variam conforme a idade. Se a criança já completou 1 ano, o ideal é observá-la por 48 horas antes de levá-la ao consultório. Antes disso, é difícil até para o médico fazer o diagnóstico, já que os sintomas da doença não aparecem imediatamente. O tratamento pode incluir desde a adoção de um antitérmico até lavar o nariz com soro fisiológico e fazer inalação. Ofereça bastante líquido para afastar o risco de desidratação. Evite levar a criança correndo ao pronto-socorro, sem antes ter consultado o pediatra. O ar dos hospitais está cheio de vírus e, com o sistema imunológico mais frágil, seu filho pode piorar. Faça isso somente se ele não apresentar melhora com os seus cuidados e medicação. Nos menores de 1 ano, a atitude deve ser outra: não dá para esperar. Como eles não expressam a dor e o mal-estar com clareza, é melhor consultar o pediatra e, se não conseguir, levar a criança a um pronto-socorro pediátrico.

5. Como saber se o que o meu filho tem não é uma doença mais séria?

Pelo estado geral da criança. Quando ela está caída, desanimada, mesmo que com febre baixa, a situação pode indicar algo mais complicado do que se ela estiver com febre mais alta e brincando normalmente. Além disso, os pediatras seguem uma lista de procedimentos médicos ao examinar a criança que podem apontar sintomas de outras doenças mais graves, como meningite e sarampo.

6. Quanto tempo ela dura, em média?

Entre quatro e sete dias. No segundo dia, a febre costuma baixar. Se a criança for saudável e tiver alimentação adequada, o organismo se livra sozinho da doença.

7. Como fortalecer o sistema imunológico da criança para prevenir as viroses, principalmente nessa época do ano?

O mais importante é manter uma vida saudável. Para os bebês, o leite materno é, claro, a melhor prevenção, pois tem anticorpos e fortalece o sistema imunológico. Evite aglomerações e mantenha a casa aberta para trocar o ar. Prefira levar a criança para brincar em parques ao ar livre. Nesse ambiente o ar circula. Já em playgrounds fechados, como aqueles localizados em shoppings, ela respira o mesmo ar. Lembre seu filho de lavar as mãos com frequência e ofereça uma alimentação balanceada, com frutas, verduras e legumes. Eles contêm nutrientes fundamentais para a formação do sistema imunológico. Uma boa noite de sono também é uma ótima defesa para o corpo.

8. Quantas viroses, em média, uma criança saudável tem por ano?

Dos 6 meses aos 2 anos de vida, é comum ter até seis viroses por ano. Bebês não sofrem tanto. O recém-nascido é protegido pelos anticorpos que recebe da mãe por meio da placenta e, depois, pelo leite materno. As crianças que ficam em creches podem adquiri-las com mais frequência.

9. As viroses são sazonais?

Sim. As respiratórias são mais comuns nos meses mais frios. Nessa época, as pessoas costumam ficar em ambientes fechados, o que dificulta a troca de ar. As gastrintestinais acontecem durante o ano todo e a principal forma de transmissão é através do contato com as fezes, que pode acontecer durante uma troca de fraldas, caso a mãe não higienize as mãos corretamente e toque, por exemplo, em um objeto que vá parar nas mãos de outras crianças. Também há casos de transmissão pelo ar: a diferença é que esse tipo de virose afeta o intestino.

10. Quais são os riscos se a virose não for tratada corretamente?

Com o sistema imunológico debilitado, a criança pode ser atacada por doenças, como otite, sinusite e até pneumonia.

Fontes: Marco Aurélio Sáfadi, pediatra e infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP); Célia Di Giovanni, neonatologista da Maternidade Santa Joana (SP); Clery Bernadi Gallacci, pediatra da Maternidade Santa Joana e professora da Santa Casa de São Paulo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Enjoos x inteligência

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Olhem só:

Grávidas que sofrem com enjoo e vômito pela manhã podem ter filhos mais inteligentes

Estudo mostra que os hormônios responsáveis pelos desconfortos têm efeito benéfico no desenvolvimento neurológico do bebê

Shutterstock

Você está grávida e não aguenta mais vomitar e ficar enjoada toda manhã? O desconforto, típico do início da gestação, pode ser um sinal de que seu filho será inteligente. Pelo menos é o que indica um estudo realizado pelo The Hospital for Sick Children, no Canadá, que mostra que filhos de mães que tiveram esses sintomas matutinos tinham mais chance de ter alto QI.

Para a pesquisa foram analisadas 121 crianças entre 3 e 7 anos. Os pesquisadores revelaram que aquelas cujas mães sofreram com enjoo e vômito tiveram mais pontuação nos testes de QI, memória e habilidades linguísticas.

O enjoo na gravidez ocorre devido a alterações hormonais no organismo da mulher, em especial no primeiro trimestre da gravidez. De acordo com os cientistas, o resultado indica que os mesmos hormônios relacionados com o enjoo e vômito podem ter efeito positivo no desenvolvimento cerebral do bebê.

Os desconfortos, no entanto, merecem atenção especial quando são recorrentes. Chamado de hiperemese gravídica, o problema atinge uma pequena porcentagem das gestantes, mas pode levar à desidratação, desnutrição e perda de peso. Se esse é o seu caso, procure seu obstetra imediatamente.


É; pode ser msm real!

Eu ive bastante enjoos! hehehe

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Fralda musical

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Não sei se acho tão interessante ñ!!!

Saiu hj na crescer.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI76422-15152,00-FRALDA+MUSICAL+TREINA+AS+CRIANCAS+PARA+A+HORA+DE+IR+AO+BANHEIRO.html

Fralda musical “treina” as crianças para a hora de ir ao banheiro

Um alarme sonoro faz com que a criança se atente sobre o controle de suas necessidades. O melhor método na hora de retirar a fralda da criança, no entanto, é respeitar o tempo certo do seu filho e orientá-lo de maneira carinhosa

Ana Paula Pontes

RICARDO CORRÊA

Uma fralda musical pode ajudar a “treinar” as crianças para a hora de ir ao banheiro. Ela avisaria, através de um alarme sonoro, quando está suja ou molhada e faria os pequenos se atentarem às suas necessidades. O estudo, publicado na revista Neurology and Urodynamics, quer mostrar a eficácia do procedimento na hora deles largarem as fraldas.

Para a análise, os pesquisadores observaram inicialmente por dez horas o comportamento de 39 crianças entre 18 e 30 meses na hora de fazer xixi e cocô. Dessas, 27 usaram a fralda com alarme durante o dia. O resultado após 14 dias mostrou que esse grupo apresentou controle da bexiga em 51,9% do tempo, muito melhor que as outras crianças (8,3%).

Segundo um dos autores do estudo, Jean-Jacques Wyndaele, da Universidade da Antuérpia, na Bélgica, esse tipo de fralda faz com que a criança, mesmo no meio de suas atividades, se atente ao som, reforçando a consciência para o controle de suas necessidades.

Outro benefício apontado pelo pesquisador é que os pais ou cuidadores pode levar a criança ao banheiro naquele momento exato e reforçar o “treinamento” para a retirada da fralda.

O método mais eficaz, no entanto, é o bom senso dos pais, respeitando o desenvolvimento da criança e observando os sinais que ela dá indicando que está na hora de abandonar as fraldas. Essa etapa não precisa ser um momento de estresse nem para os pais nem para os filhos.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Homens engordam durante a gravidez das mulheres

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Todo mundo fala...mais nunca havia sido constatado:
É verdade msm!!! kkkkk
Evandro engordou junto comigo!

Foi bem solidário, e fez todas as minhas vontades durante a gestação, e é claro eu dividia tudo com ele! rs rs
Me lembro bem, estávamos em total harmônia....tudo que eu sentí, Evandro tbm sentiu, as dores de cabeça...os enjoôs e tudo mais!!!

Saiu hoje na revista crescer.

Homens engordam 6 quilos durante a gravidez das mulheres

Pesquisa britânica mostra que os pais ganham em média seis quilos enquanto esperam o nascimento do bebê


Não são só as mulheres que ganham quilos durante a gravidez. Os homens também veem os ponteiros da balança subir enquanto aguardam a chegada do filho. É o que mostra uma pesquisa realizada na Inglaterra. A maioria dos futuros pais come mais durante a espera do bebê; ganham, em média, 6 quilos e aumentam 5 centímetros na cintura.

Cerca de 5 mil britânicos responderam a um questionário online da empresa de marketing Onepoll. Um quinto dos homens entrevistados só percebeu os quilos a mair quando se deram conta de que suas roupas estavam apertadas. Já 41% deles afirmaram que nos nove meses de gravidez da parceira aumentaram a ingestão de alimentos pouco saudáveis como pizza, chocolate e batatas fritas. Segundo eles, a culpa é dos desejos das mulheres nesse período. E um em cada quatro entrevistados disse que comeu mais para que sua mulher se sentisse melhor com o peso que estava ganhando.

Os jantares em restarantes e bares também foram apontados como culpados pelo ganho de peso. Segundo eles, essa seria uma forma de passar mais tempo juntos antes do nascimento do bebê. Mas, quando o assunto é dieta, são poucos os que aceitaram entrar em um regime para voltar ao peso anterior: apenas 31% deles aceitou o desafio ao lado das mulheres.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Pais mais velhos Filhos menos espertos!!!

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Ué,
Nova reportagem e nova pesquisa do site guiadobebe.uol.com.br:

Ser papai mais velho tem complicações?

Muito se estuda e discute a idade da mulher quando esta engravida. Quanto mais velha a mamãe maiores são os riscos de se ter problemas para engravidar e para a saúde e formação do bebê, como a Síndrome de Down. Quando o assunto é a idade do papai pouco se conhece.

Já há evidências levantadas por algumas pesquisas de que a idade avançada do papai pode ser causa de abortos, malformações congênitas e problemas específicos do comportamento como autismo e esquizofrenia.

Um novo estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, sugeriu que pais mais velhos têm maior probabilidade de ter filhos com menor habilidade cognitiva, isto é, menos inteligentes. Será?

Os pesquisadores usaram informações do US Collaborative Perinatal Project que realizam diferentes testes em crianças com oito meses, com anos 4 e com 7 anos de idade. Os testes verificam habilidades de linguagem oral, leitura e escrita, memória, compreensão, concentração e coordenação motora.

Crianças prematuras ou nascidas de parto de múltiplos foram descartadas, assim como também foi levado em consideração o nível sócio-econômico e de educação dos pais.

O resultado final do estudo demonstrou que as crianças que tinham papais mais velhos pontuaram menos nos testes de habilidade cognitivas, com exceção das habilidades motoras. Explicam que há mutações do espermatozóide durante a vida do homem, principalmente em idade avançada, aumentando os riscos de alterações na saúde da criança.

Os pesquisadores indicam que esses achados precisam ainda ser confirmados por outros estudos, ressaltando que os resultados foram bastante significativos. Dizem que os governantes devem conscientizar a população dos agravos de se ter um filho em idade tardia tanto de homens e mulheres e incentivar a gestação numa idade melhor.

Atenção às mamães – Como muitos já sabem, as mulheres passam a ter maiores riscos na gravidez conforme a idade avança. A partir dos 35 anos, a possibilidade do filho nascer com Síndrome de Down é muito maior. O risco de hipertensão durante a gravidez é maior para as mulheres com mais de 35 anos.

Vale lembrar que a fertilidade feminina começa a diminuir geralmente a partir dos 25 anos, sofrendo queda considerável após os 35 anos.

Dicas

Se por um lado a gravidez com os papais mais velhinhos pode ser um pouco arriscada, por outro a infância da criança poderá ser muito melhor. Casais beirando os 40 anos têm maior experiência e geralmente estão numa condição financeira propícia para ter filhos.

Mamãe trintona que planeja ter filho precisa ter maior cuidado clínico. Consulte especialistas para saber até quando poderá agendar um bebê.

O risco de hipertensão durante a gravidez é maior para a mamãe com mais de 35 anos. Certamente o papai com mais de 35 anos também precisa ter uma vida saudável para encarar a vinda de uma nova criança no mundo.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Pais mais velhos, Filhos menos espertos...Será?

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"Os filhos são ãncoras que prendem a mãe a vida"

Eu lí hj numa reportagem da revista "Pais e Filhos":

Pais mais velhos, Filhos menos espertos
Pais mais velhos podem ter filhos menos inteligentes, diz uma pesquisa da Universidade de Queensland, da Austrália. Foram realizados teste em 33 mil crianças para avaliar a memória, a capacidade de aprender e a concentração de cada uma. e aquelas que tinham pais mais velhos, tiveram pior desempenho. Os especialistas acreditam que com o pasar do tempo os espermatozóides dos homens podem sofrer mutações, o que explicaria esse reflexo nas crianças. O mesmo não se aplica às mulheres: Filhos de mães mais velhas apresentaram bons desempenhos nos teste.


Será???
Achei um tanto curioso.

Ainda bem que Evandro está ainda "novinho".
Dá pra gente fazer mais alguns espertinhos !!!
rsrs